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FIERGS e Farsul apresentam participação no ZEE-RS

Meio Ambiente
Ocorreu nesta terça-feira, na sede da Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul, o encontro técnico conjunto entre FIERGS e a Federação da Agricultura do Estado do Rio Grande do Sul (Farsul), apresentando a participação das entidades no Zoneamento Ecológico Econômico do Estado – ZEE-RS. “Vemos o zoneamento com um grau de incerteza porque deste produto supõe-se que serão apresentadas zonas com indicação de escalas de vulnerabilidade ambiental. Estas escalas classificarão as áreas geográficas com maior ou menor grau de restrição às atividades produtivas. Esta é a razão porque devemos estar atentos e participar”, avaliou o coordenador do Conselho de Meio Ambiente da FIERGS (Codema), Walter Alexandre Rizzo Fichtner.
 
O ZEE é um instrumento de planejamento e ordenamento territorial previsto na Lei da Política Nacional do Meio Ambiente desde 1981, que busca reconhecer as peculiaridades, vulnerabilidades e potencialidades de cada região com o intuito de subsidiar nas decisões pelo desenvolvimento do Estado de maneira sustentável. No Rio Grande do Sul, mais de 50 oficinas estão previstas para este ano, divididas em quatro etapas: pré-diagnóstico, diagnóstico, pré-prognóstico e prognóstico. A viabilidade final se dará a partir do equilíbrio entre Potencialidade Social e Vulnerabilidade Natural.
 
As representações de FIERGS e Farsul são para discutir, sugerir e argumentar com os estudos apresentados em cada uma das dez zonas em que o Estado foi dividido no zoneamento. Para tanto, deve-se estar presente em todas as reuniões e oficinas, visto que as manifestações devem ser por escrito, no momento da reunião, e todas devem ser fundamentadas seja com algum estudo comprovatório, seja com um especialista que pode ser levado a participar da oficina. “No evento que fizemos hoje, reforçamos junto aos nossos sindicatos a importância da participação e mobilização junto às suas bases. Mostramos como podemos tirar o melhor proveito se participarmos em bloco das oficinas, para que o zoneamento não se torne um instrumento de engessamento às atividades produtivas”, finalizou Fichtner.