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O presidente da Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (FIERGS), Heitor José Müller, considera o atual período econômico o “pior da história do Brasil”, com dois anos consecutivos de profunda queda no PIB – Produto Interno Bruto (no ano passado, a economia encolheu 3,6%, e 3,8% em 2015). Apesar disso, vê alguma perspectiva para o futuro. “Trabalhamos em uma quase estabilidade.
Ocorreu nesta terça-feira, na sede da Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul, o encontro técnico conjunto entre FIERGS e a Federação da Agricultura do Estado do Rio Grande do Sul (Farsul), apresentando a participação das entidades no Zoneamento Ecológico Econômico do Estado – ZEE-RS. “Vemos o zoneamento com um grau de incerteza porque deste produto supõe-se que serão apresentadas zonas com indicação de escalas de vulnerabilidade ambiental.
A intenção de investimento dos industriais do Rio Grande do Sul é a menor desde 2010 e se o número elevado de projetos cancelados e/ou adiados por tempo indeterminado em 2016 se repetir, teremos um recorde em 2017. Os empresários estão cautelosos, como mostra pesquisa divulgada pela Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (FIERGS) nesta terça-feira (14). “A principal razão é a incerteza econômica, a ociosidade elevada e o alto custo do crédito.
A força da indústria nacional, que pode dar sustentação à retomada de crescimento econômico brasileiro, está diretamente ligada à aprovação de reformas estruturais que tramitam no Congresso Nacional. Esse é um dos consensos resultantes da realização do Seminário RedIndústria, nos dias 1º e 2 fevereiro, em Brasília, promovido pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), com a presença de representantes de Federações de Indústrias de 27 estados e de cerca de 80 associações setoriais.
Ao avaliar as medidas do governo federal para estimular a economia, o presidente da Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (FIERGS), Heitor José Müller, considerou os anúncios estratégicos e importantes, mas que dependem de implementação. Entre as medidas, a desburocratização, com o objetivo de diminuir o Custo Brasil.
As Federações das Indústrias (FIERGS), da Agricultura (Farsul), Federação do Comércio de Bens e de Serviços (Fecomércio), das Associações Comerciais e de Serviços (Federasul), mais a Agenda 2020 e o Movimento Brasil Competitivo (MBC) divulgaram, nesta terça-feira (13), um manifesto favorável ao Plano de Modernização proposto pelo governo do Rio Grande do Sul, que prevê medidas para enfrentar a crise no Estado. Os líderes empresariais afirmaram que apoiam de forma integral o pacote.
A atual capacidade ociosa nas linhas de produção, os baixos níveis de estoque e a força exportadora colocam o setor industrial em uma posição decisiva para retirar a economia brasileira da atual crise sem precedentes na história do País. A afirmação foi feita pelo presidente da Federação e do Centro das Indústrias do Rio Grande do Sul (FIERGS/CIERGS), Heitor José Müller, durante a entrevista coletiva de Balanço 2016 e Perspectivas 2017, nesta terça-feira (6), na sede da entidade.
Pelo segundo mês consecutivo, o Índice de Confiança do Empresário Industrial (ICEI-RS), divulgado pela Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (FIERGS) nesta quinta-feira (17), registra acomodação, ao fechar em 53,6 pontos em novembro, praticamente o mesmo de outubro (53,5). Esta estabilização, após uma recuperação acelerada entre maio e setembro, mostra que as condições seguem difíceis e o otimismo perde fôlego.
Apontado como um dos caminhos mais críticos nas gestões de micro, pequenas e médias empresas (MPMEs), o acesso ao crédito ganha um forte aliado para ajudar empresários de todos os segmentos produtivos. O Núcleo de Acesso ao Crédito (NAC), da FIERGS, será lançado no dia 23 de novembro, a partir das 9h, no Centro de Eventos da entidade (Avenida Assis Brasil, 8.787 – Porto Alegre).
“O Brasil vive um momento de grandes desafios, mas, pela primeira, eu vejo os problemas serem postos na mesa para debate, como a questão fiscal, o problema da previdência, a qualidade e o custo do setor público no Brasil, que onera a sociedade sem entregar os benefícios que ela espera. Quem sabe dessa vez, com esse debate, consigamos enfrentar os grandes problemas e retomar uma trajetória de crescimento sustentável”.