AV. ASSIS BRASIL, 8787, SARANDI, PORTO ALEGRE-RS | CENTRAL DE ATENDIMENTO 0800 51 8555 

Você está aqui

economia

O 34º Encontro Econômico Brasil Alemanha (EEBA) começou nesta segunda-feira (17), em Weimar (ALE), reunindo líderes políticos e empresariais que em dois dias de debates e encontros de negócios buscam estimular o desenvolvimento comercial e a cooperação financeira entre ambos os países. O presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Robson Braga de Andrade; e o presidente da Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (FIERGS), Heitor José Müller, lideram uma missão empresarial ao EEBA.
O Índice de Confiança do Empresário Industrial (ICEI-RS) aumentou 2,7 pontos em setembro, e atingiu 55,4, o maior valor desde março de 2013. O resultado manteve a trajetória de crescimento na expectativa do empresário gaúcho, comprovada pela elevação de 15,9 pontos desde maio.
“A decisão do Banco Central já era esperada, pois na última reunião o Copom apontou a necessidade de a política fiscal se tornar mais austera antes de movimentos nos juros.
A Sondagem Industrial de junho, divulgada nesta quinta-feira (28) pela Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (FIERGS), revela uma retração no ritmo de queda e aponta a uma perspectiva de demanda que começa a se tornar positiva para os próximos meses. A perda na produção (48 pontos) foi a menos intensa registrada no mês desde 2010 e o emprego (44,7) sugere que a redução de postos de trabalho no setor é semelhante à de maio, mas inferior aos mesmos períodos em dois anos no Estado.
 
O cenário de crise econômica no Brasil, que torna o crédito mais caro e restrito e, consequentemente, cria grandes entraves para a obtenção de capital de giro, aumentou o endividamento e as dificuldades financeiras das empresas gaúchas.
 
"Entendemos e apoiamos a preocupação do Copom com a queda na taxa de inflação. Entretanto, a recessão já atinge a produção industrial gaúcha, com queda de 9,5% nos últimos 12 meses e, ao final de 2016, serão três anos consecutivos de queda.

As exportações do Rio Grande do Sul fecharam o primeiro semestre com uma queda de 4,4% em relação ao mesmo período de 2015. Grande parte deste resultado se deve às perdas com as commodities, que caíram 7,1% (totalizando US$ 2,14 bilhões), em função da retração de 64,4% do trigo e de 36% do milho. A indústria de transformação também sofreu as consequências deste momento ruim, mas em ritmo menor: suas vendas externas reduziram 2,6%, totalizando US$ 5,49 bilhões. É o pior resultado desde 2009 nessa base de comparação.

 

"Essa decisão já era esperada, pois a direção do Banco Central passa por mudanças e não projetávamos uma alteração do rumo da política monetária neste momento”, afirmou o presidente da Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul, Heitor José Müller, nesta quarta-feira (8), ao avaliar a decisão do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central de manter a taxa Selic em 14,25% ao ano.

 
Depois de cinco altas consecutivas, e de alcançar em março o maior nível em 14 meses (40,6 pontos), o Índice de Confiança do Empresário Industrial (ICEI-RS), divulgado pela Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (FIERGS), voltou a cair em abril. Atingiu 39,5 pontos, o que faz o ciclo de falta de confiança chegar a 25 meses. “O curto período de aumento da confiança, decorrente do ajuste nos estoques e da desvalorização cambial, não se sustentou.
 
O Índice de Desempenho Industrial (IDI-RS), divulgado nesta quarta-feira (30) pela Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (FIERGS), aumentou 1,2% em fevereiro, em relação a janeiro, considerando os ajustes sazonais.