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Quem primeiro percebe o ponto de inflexão na economia ou em determinado segmento específico com uma visão crítica do cenário político e geopolítico certamente sairá na frente. Assim o economista Roberto Dumas Damas define a melhor forma para ver oportunidades na crise. O tema será amplamente discutido durante os dias 7 e 8 de novembro no Programa de Educação Executiva do Instituto Euvaldo Lodi (IEL-RS). Neste ano, a parceria será com a escola empresarial Insper, de São Paulo, e ocorre no Vila Ventura Ecoresort, em Viamão.
 
No encerramento do 34º Encontro Econômico Brasil Alemanha (EEBA), na terça-feira (18), na cidade de Weimar, o presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Robson Braga de Andrade, reiterou o pedido de agilidade para o fechamento de um acordo de zona de livre comércio entre o Mercosul e a União Europeia.
A expectativa para a próxima edição do Encontro Econômico Brasil-Alemanha (EEBA), que se realiza em novembro de 2017, em Porto Alegre, na sede da Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul, é a de receber 2 mil participantes. O evento é um dos mais importantes da agenda entre os dois países e a previsão é de até US$ 10 milhões em negócios e 200 reuniões bilaterais.
O 34º Encontro Econômico Brasil Alemanha (EEBA) começou nesta segunda-feira (17), em Weimar (ALE), reunindo líderes políticos e empresariais que em dois dias de debates e encontros de negócios buscam estimular o desenvolvimento comercial e a cooperação financeira entre ambos os países. O presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Robson Braga de Andrade; e o presidente da Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (FIERGS), Heitor José Müller, lideram uma missão empresarial ao EEBA.
O Índice de Confiança do Empresário Industrial (ICEI-RS) aumentou 2,7 pontos em setembro, e atingiu 55,4, o maior valor desde março de 2013. O resultado manteve a trajetória de crescimento na expectativa do empresário gaúcho, comprovada pela elevação de 15,9 pontos desde maio.
“A decisão do Banco Central já era esperada, pois na última reunião o Copom apontou a necessidade de a política fiscal se tornar mais austera antes de movimentos nos juros.
A Sondagem Industrial de junho, divulgada nesta quinta-feira (28) pela Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (FIERGS), revela uma retração no ritmo de queda e aponta a uma perspectiva de demanda que começa a se tornar positiva para os próximos meses. A perda na produção (48 pontos) foi a menos intensa registrada no mês desde 2010 e o emprego (44,7) sugere que a redução de postos de trabalho no setor é semelhante à de maio, mas inferior aos mesmos períodos em dois anos no Estado.
 
O cenário de crise econômica no Brasil, que torna o crédito mais caro e restrito e, consequentemente, cria grandes entraves para a obtenção de capital de giro, aumentou o endividamento e as dificuldades financeiras das empresas gaúchas.
 
"Entendemos e apoiamos a preocupação do Copom com a queda na taxa de inflação. Entretanto, a recessão já atinge a produção industrial gaúcha, com queda de 9,5% nos últimos 12 meses e, ao final de 2016, serão três anos consecutivos de queda.

As exportações do Rio Grande do Sul fecharam o primeiro semestre com uma queda de 4,4% em relação ao mesmo período de 2015. Grande parte deste resultado se deve às perdas com as commodities, que caíram 7,1% (totalizando US$ 2,14 bilhões), em função da retração de 64,4% do trigo e de 36% do milho. A indústria de transformação também sofreu as consequências deste momento ruim, mas em ritmo menor: suas vendas externas reduziram 2,6%, totalizando US$ 5,49 bilhões. É o pior resultado desde 2009 nessa base de comparação.