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O Índice de Desempenho Industrial do Rio Grande do Sul (IDI/RS) atingiu em dezembro seu menor nível desde janeiro de 2003. O declínio na atividade da indústria foi de 1,9% em comparação mensal com novembro, na série com ajuste sazonal. Já em comparação com o mesmo mês de 2014, a retração alcançou 10,3%, totalizando 22 quedas consecutivas nessa base. No acumulado de 2015 em relação a 2014, o indicador recuou 9,5% e somente em 2009 (-13,0%) a retração foi mais significativa.
O aumento do número de demissões e a alta taxa de desemprego marcaram o ano de 2015. Tanto para o Brasil quanto para o Rio Grande do Sul, a geração de emprego foi a menor de toda a série histórica do Ministério do Trabalho e do Emprego, iniciada em 1996. Enquanto em 2014 foram criadas 420,7 mil vagas de emprego, em 2015 foram extintos, no Brasil, 1,5 milhão de postos de trabalho. Este fator, aliado ao aumento da inflação, levou a uma queda de 3,8% dos salários em termos reais.
A proporção de empresas da indústria gaúcha que investiu em 2015 foi de 70%, patamar mais baixo de toda a série histórica, iniciada em 2010. Foi o que apontou a pesquisa Investimentos da Indústria do Rio Grande do Sul, divulgada nesta quarta-feira (27) pela Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (FIERGS). O estudo ouviu 216 empresas, sendo 27 pequenas, 33 médias e 157 grandes.
 
A incerteza econômica (80,9% das respostas), a reavaliação da demanda e a elevada ociosidade (54,4%) foram os principais obstáculos para a realização dos investimentos em 2015.
 
Os índices de atividade em dezembro foram os menores para o mês já apurados pela Sondagem Industrial do Rio Grande do Sul, desde 2010. Os dados foram divulgados nesta segunda-feira (25) pela Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (FIERGS). O indicador varia de 0 a 100, valores abaixo de 50 pontos indicam a intensidade na redução ou piora e valores acima de 50 apontam a intensidade no crescimento e melhora.
 
A produção (34,1 pontos) manteve a sequência de quedas mensais iniciada em abril de 2015.
 
Depois de atingir o menor valor da série histórica em outubro do ano passado, chegando a 35,2 pontos, o Índice de Confiança do Empresário Industrial (ICEI-RS) aumentou pelo terceiro mês seguido e atingiu 38,2 pontos, 0,2 acima de dezembro. Ainda assim, por estar abaixo da linha dos 50 pontos, continua refletindo a falta de confiança dos industriais gaúchos.
 
O Índice de Desempenho Industrial do RS (IDI-RS) atingiu em novembro do ano passado o seu menor nível desde janeiro de 2003. A queda na atividade da indústria chegou a 0,8% na comparação mensal com outubro, com ajuste sazonal. Foi a sétima baixa nos últimos oito meses, puxada especialmente pelas compras, que caíram 2,9% no mês.
 
O ano de 2015 encerrou com queda nas exportações industriais do Rio Grande do Sul. Na comparação com 2014, a indústria de transformação teve uma retração de 9% (vendeu um total de US$ 12,66 bilhões), o nível mais baixo desde 2006, quando havia somado US$ 10,6 bilhões. “A significativa desvalorização da taxa de câmbio ao longo de 2015 (41,6%) não foi suficiente para impulsionar as vendas do segmento, uma vez que os custos de produção, como energia elétrica e combustíveis, avançaram fortemente e prejudicaram a competitividade.
 
O ano termina com uma leve melhora no Índice de Confiança do Empresário Industrial (ICEI-RS), levantamento mensal realizado pela Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (FIERGS). Ele subiu pelo segundo mês consecutivo, após atingir o menor piso, de 35,2 pontos em outubro, e alcançou 38 pontos em dezembro, o melhor patamar em seis meses. Mesmo assim, bem abaixo dos 50 pontos, revela que a falta de confiança continua bastante disseminada. “Os resultados do ICEI-RS de dezembro mostraram algum alívio no difícil ambiente enfrentado pelas empresas.
 
As exportações do Rio Grande do Sul cresceram 24,8% em novembro, na comparação com o mesmo mês de 2014, e totalizaram US$ 1,31 bilhão. A principal contribuição positiva veio dos produtos básicos (commodities), que registraram avanço de 307,0% devido à demanda elevada por soja da China (433,4%). Por sua vez, o setor industrial gaúcho respondeu por 81,6% de tudo que o Estado embarcou e aumentou em 9,2% suas vendas externas no período, somando US$ 1,07 bilhão. 
 
Este foi apenas o segundo crescimento nessa base de comparação desde março.
 
 
Após uma pequena alta em setembro (0,3%), que havia interrompido cinco quedas consecutivas, o Índice de Desempenho Industrial do Rio Grande do Sul (IDI-RS) voltou a cair em outubro (-1,9%), em relação ao mês anterior, com ajuste sazonal. Os resultados foram apresentados, nesta terça-feira (15), pela Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (FIERGS).
 
A perda no indicador foi determinada pela retração no faturamento real (-6,2%) e nas compras industriais (-1,9%).