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O Plano Nacional da Cultura Exportadora (PNCE) foi lançado no Estado, nesta quarta-feira (9), na sede da FIERGS. O objetivo é trabalhar inicialmente com 500 empresas gaúchas de pequeno e médio porte para aumentar as vendas dos produtos no mercado externo. Elas terão acesso ao diagnóstico de produtos e serviços, consultoria de inteligência comercial, rodadas de negócios com compradores estrangeiros e participação em missões comerciais.
 
O presidente da Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (FIERGS), Heitor José Müller, defende que a agenda econômica tem que ser prioritária em 2016, para o Brasil começar a retomar o crescimento após um ano de paralisia, em que o Produto Interno Bruto (PIB) deverá fechar com uma queda de 3,5%. Há condições para isso, segundo destacou nesta terça-feira (8), durante a apresentação do Balanço 2015 e Perspectivas 2016 da Economia, realizada na FIERGS. “A crise política freia a solução dos problemas econômicos.
 
Balanço 2015 e Perspectivas 2016 da Economia é o tema que será abordado pelo presidente da Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (FIERGS), Heitor José Müller, nesta terça-feira (dia 8 de dezembro), às 11h.
A coletiva de imprensa de final de ano ocorrerá no Plenário Mercosul, na sede da FIERGS, av.
 
A Sondagem Industrial do RS aponta que a produção do setor (44,3 pontos) ficou negativa em outubro, mesmo com crescimento de 2 pontos em relação a setembro. Desde 2010, início da série mensal da pesquisa, é a primeira vez que o índice fica abaixo de 50 pontos neste período. “Nem a tradicional sazonalidade positiva por conta das encomendas para o final de ano foi suficiente para neutralizar a conjuntura extremamente difícil enfrentada pelas empresas.
 
“A deterioração acentuada da atividade econômica e, especialmente, do mercado de trabalho parecem ter pesado sobre a decisão do Banco Central. Contudo, a quase certeza de que terminaremos o ano com inflação acima de 10% mostra que serão necessárias medidas adicionais.
 
Após atingir em outubro o menor valor da série, iniciada em 2005, o Índice de Confiança do Empresário Industrial (ICEI-RS) aumentou 0,7 ponto e alcançou 35,9 em novembro. No entanto, por estar muito abaixo da linha dos 50 pontos, continua refletindo de forma disseminada nas empresas a falta de otimismo. “Os resultados do penúltimo mês de 2015 sinalizam que a atividade industrial teve mais um período difícil.
 
Após cinco meses de queda, o Índice de Desempenho Industrial (IDI-RS) no Estado, pesquisa realizada pela Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (FIERGS), teve um leve crescimento de 0,3% em setembro, em relação a agosto, ajustado sazonalmente. No entanto, quando a comparação é com o mesmo mês do ano passado, a atividade do setor registra uma desaceleração de 11,3%. Nessa base, o atual ciclo recessivo iguala-se em duração ao maior já registrado – 19 meses seguidos no biênio 2005/2006 – e deverá ultrapassá-lo.
 
A produção e o emprego do setor industrial gaúcho recuaram em setembro, em comparação com agosto, ambos fecharam em 42,3 pontos. O primeiro indicador registrou a oitava queda em nove meses e, o segundo, vem desacelerando há 17meses. A Utilização da Capacidade Instalada (UCI) atingiu o maior nível de ociosidade em quatro anos para o mês, operando com apenas 66% do seu potencial. As conclusões da Sondagem Industrial da Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (FIERGS) foram divulgadas, nesta quinta-feira (5).
 
Empresas acumulam prejuízos com a impossibilidade de carregar e descarregar as mercadorias no Terminal de Contêineres do Porto do Rio Grande (Tecon). A única via de acesso está bloqueada por caminhoneiros autônomos que reivindicam uma nova tabela de fretes.
 
O Índice de Confiança do Empresário Industrial (ICEI-RS) caiu 0,7 ponto na passagem de setembro para outubro, somando 35,2 pontos. O resultado, divulgado pela Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (FIERGS), é o mais baixo da série histórica, iniciada em 2005. “O cenário econômico para o setor fabril no Estado continua se deteriorando.