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O reajuste médio de 33,5% na tarifa da Companhia Estadual de Energia Elétrica (CEEE) concedido essa semana atingirá mais de 9 mil indústrias gaúchas. A estimativa é da Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (FIERGS). “O aumento da tarifa deve atrasar ainda mais a recuperação econômica do nosso Estado. Custos maiores representam queda da competitividade, da produção e do emprego”, afirma o presidente da FIERGS, Gilberto Porcello Petry.

O reajuste anual de 33,54% aplicado pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) às tarifas da CEEE para o setor industrial provocará impacto maior principalmente nas pequenas e médias indústrias, no comércio em geral e no consumidor residencial, prevê o coordenador do Conselho de Infraestrutura da Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (FIERGS), Ricardo Lins Portella Nunes. Segundo ele, quem pode migra para a produção própria de energia ou para o mercado livre, que é o caso de algumas grandes indústrias do Estado.

Aproximar empresas interessadas em negócios envolvendo energias renováveis e eficiência energética foi o objetivo da 1ª Sessão de Negócios – Geração Distribuída de Energia com Fontes Renováveis no Rio Grande do Sul, realizada na sede da Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (FIERGS) nesta quinta-feira. Essa modalidade possibilita que o usuário, seja pessoa física ou jurídica, reduza a dependência da empresa concessionária do serviço de distribuição em sua região, pois tem a capacidade de produzir, além de consumir energia.

Promover o carvão gaúcho e atrair investimentos para o Polo Carboquímico no Rio Grande do Sul é o objetivo do evento internacional Alternativas Sustentáveis do Uso do Carvão: Oportunidades do Complexo Carboquímico no Brasil – Marco regulatório para atração de investimentos. O encontro ocorre nos dias 29 e 30 de novembro de 2017, na Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (FIERGS), em Porto Alegre. Integra uma série de iniciativas do setor público para atrair investidores e ampliar os relacionamentos com fundos de investimentos internacionais e agentes do setor.

A geração de energia pelos próprios consumidores residenciais, comerciais ou industriais, é uma tendência cada vez mais crescente. Os números da Associação Brasileira de Geração Distribuída (ABGD) comprovam isso. Ao ser fundada, há apenas dois anos, a entidade tinha 14 empresas associadas. Hoje, já são 350. A evolução deste mercado foi debatida nesta terça-feira (15), durante o I Fórum de Geração Distribuída de Energia com Fontes Renováveis no RS – Tecnologia e Inovação, na Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (FIERGS).

O Rio Grande do Sul se destaca por sua grande malha de hidrovias. Quando o tema é geração de energia elétrica por meio de hidrelétricas, portanto, é uma região bastante lembrada por seu potencial natural de exploração.

Entre as possibilidades de produção de energia elétrica a partir de fontes renováveis, o biogás desponta como uma das estrelas para os planos de investidores grandes e pequenos. Com a popularização da chamada Geração Distribuída de Energia, na qual os consumidores produzem o próprio insumo e ainda podem ceder o excedente para a rede nacional, gerando crédito em sua conta, o avanço tecnológico colabora e torna a ideia viável.

A geração distribuída de energia não é mais um projeto. Sem depender exclusivamente das grandes companhias estatais ou privadas, consumidores de todos os níveis – industriais, comerciais, rurais e até mesmo individuais – conseguem gerar seu próprio insumo a partir das novas tecnologias desenvolvidas. Mais do que isso: fontes renováveis estão no centro do movimento.

A geração de energia elétrica pelos próprios consumidores é realidade. Com tecnologia acessível e custo decrescente, a modalidade chamada Geração Distribuída de Energia com Fontes Renováveis pode ser considerada uma nova revolução nas relações entre sociedades e governos, até bem pouco tempo, os únicos provedores de energia.

Para incentivar a ampliação dos investimentos do setor no Estado, a Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (FIERGS), por meio dos Conselhos de Infraestrutura (Coinfra) e de Inovação e Tecnologia (Citec), realiza o Fórum de Geração Distribuída de Energia com Fontes Renováveis no RS. Será em 15 de agosto, na sede da entidade, em Porto Alegre.