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Vendas externas não foram favoráveis no primeiro mês de 2007

O Rio Grande do Sul, que em dezembro de 2006 foi o terceiro Estado exportador do Brasil, caiu no ranking nacional para a quarta posição em janeiro deste ano. Ao comercializar no exterior US$ 858 milhões de dólares no primeiro mês de 2007, perdeu para São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro. Os números foram divulgados nesta sexta-feira (23/2) pelo presidente da Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (FIERGS), Paulo Tigre.

As exportações da indústria do Rio Grande do Sul cresceram 6% em 2006.

As exportações da indústria do Rio Grande do Sul cresceram 6% em 2006 em comparação com 2005, passando de US$ 10,1 bilhões para US$ 10,7 bilhões. Os valores, porém, quando convertidos em reais, representam uma perda de 8%, o que significa diminuição da receita em cerca de R$ 2 bilhões, devido à desvalorização do dólar. Os números foram divulgados pelo presidente da Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (FIERGS), Paulo Tigre, nesta quarta-feira,17.

As exportações do Rio Grande do Sul cresceram 13% de janeiro a novembro comparado ao mesmo período de 2005, chegando a US$ 10,7 bilhões. O Brasil teve um aumento de 17% nas vendas no período, alcançando US$ 125 bilhões. O Estado se consolida como o terceiro no ranking de exportadores, aumentando um pouco a diferença do quarto colocado (Rio de Janeiro, US$ 10,4 bilhões), que cresceu 41%. São Paulo, o primeiro colocado, cresceu 21% (US$ 41,6 bilhões) e Minas Gerais em segundo com 17% (US$ 14,2 bilhões).

As exportações do Rio Grande do Sul tiveram aumento de 12% de janeiro a setembro de 2006, passando de US$ 7,78 bilhões no mesmo período do ano passado para US$ 8,73 bilhões. O resultado foi divulgado pelo presidente da FIERGS, Paulo Tigre, nesta quinta-feira, 18. ¿O crescimento se deve principalmente à base de comparação baixa do segundo semestre do ano passado e ao aumento nas vendas para o exterior de produtos não industrializados¿, disse Tigre, lembrando que a indústria gaúcha aumentou as exportações em apenas 4% no mesmo período.