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Pela segunda vez consecutiva, o Índice de Desempenho Industrial (IDI-RS) divulgado pela Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (FIERGS) registra queda, retomando a tendência negativa depois de um breve período de estabilidade nos quatro meses anteriores. Em outubro, o IDI-RS caiu 1% em relação a setembro, renovando pela terceira vez no ano o recorde negativo da série iniciada em janeiro de 2003. Com exceção do emprego, que subiu 0,2%, todos os indicadores caíram ante o mês anterior, com ajuste sazonal.
Qualificar as exportações de carnes do Rio Grande do Sul e agilizar os processos de Comércio Exterior são ações constantes nas atividades dos conselhos da Agroindústria (Conagro) e de Relações Internacionais e Comércio Exterior (Concex), da Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (FIERGS).
Compradores de nove países estão confirmados no II Encontro Internacional de Negócios, que será realizado durante o V Congresso e Feira Brasil Sul de Avicultura, Suinocultura, e Laticínios, Feira de Equipamentos, Serviços e Inovação (Avisulat), entre 22 e 24 de novembro, no Centro de Eventos FIERGS. O objetivo deste Encontro, nos dias 22 e 23, é aproximar e dar a oportunidade para acordos e parcerias, impulsionando o aumento das vendas externas brasileiras de carne de aves, suínos e laticínios.
Após caírem 37,9% em setembro, as exportações no Estado voltaram a apresentar forte retração em outubro (18,1%) na comparação com o mesmo período de 2015, ao somarem US$ 1,25 bilhão.  Se consideradas apenas as vendas externas da indústria, que alcançaram US$ 1,04 bilhão, o recuo chegou a 8,3%, contra 33% queda do mês anterior. “Além dos problemas relacionados à queda da demanda externa de países como a Venezuela, temos observado a manutenção do quadro de perda de competitividade das nossas mercadorias no exterior.
O seminário Oportunidades de Negócios e Internacionalização – Colômbia reuniu, nesta quinta-feira, na FIERGS, a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil) e o Escritório Comercial da ProColombia em São Paulo. A empresas gaúchas, representantes dos dois países mostraram como iniciar, aumentar ou abrir operação própria naquele país.
Em encontro com o governador do Vêneto, Lucca Zaia, no Palazzo Balbbi, em Veneza; nesta sexta-feira (21), o governador José Ivo Sartori e o presidente da Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (FIERGS), Heitor José Müller, buscaram reforçar as relações econômicas, culturais, técnicas e científicas entre o Estado e a Itália. Esta região italiana abriga 5 milhões de habitantes em sete províncias, 600 mil empresas, e possui um Produto Interno Bruto de 150 bilhões de euros.
Ao somarem US$ 1,3 bilhão em setembro, as exportações do Rio Grande do Sul fecharam com uma queda de 37,9% em relação ao mesmo mês de 2015. Considerando apenas a indústria, que alcançou US$ 1,07 bilhão e representou 82,4% do total embarcado pelo Estado, a retração chegou a 33%. O resultado foi bastante influenciado pelo desempenho atípico do ano passado, em função da exportação de uma plataforma de petróleo e gás (P-67) no valor de US$ 394,1 milhões.
 
Puxadas pelas commodities, que somaram US$ 582 milhões, um crescimento de 16,4%; e pela indústria de transformação, com US$ 1,16 bilhão (+8%), as exportações totais no Rio Grande do Sul alcançaram US$ 1,75 bilhão no último mês, um incremento de 9,7% em relação ao mesmo período do ano passado. Este resultado foi favorecido pelo maior número de dias úteis em agosto de 2016 (23) na comparação com 2015 (21). “Seguimos enfrentando dificuldades para aumentar nossas vendas no exterior.
As exportações totais do Rio Grande do Sul seguem registrando perdas na comparação com 2015. Em julho, as vendas externas gaúchas totalizaram US$ 1,73 bilhão, o que representa uma queda de 5% em relação ao mesmo mês do ano passado. Na análise por tipos de mercadorias, as commodities somaram US$ 722 milhões (elevação de 10,4%).
Puxadas pelas commodities, que exerceram a maior influência positiva sobre o resultado, com crescimento de 31,9%, as exportações do Rio Grande do Sul somaram US$ 1,78 bilhão em maio, acréscimo de 12,2% na comparação com o mesmo mês do ano passado. Isso ocorreu em função da elevação da demanda da China e do Paquistão por soja, produto que, sozinho, totalizou US$ 695 milhões, ou 39,1% do total das vendas externas gaúchas.  “Essa participação elevada se deve à sazonalidade típica da safra.