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As exportações do Rio Grande do Sul recuaram 9,8% em julho, em relação ao mesmo mês do ano passado, e totalizaram US$ 1,83 bilhão. Esse resultado foi determinado pela indústria de transformação, que teve retração de 14,9% ao somar US$ 1,15 bilhão – valor mais baixo para o mês desde 2006. O arrefecimento da demanda externa do Paraguai (-68,4%) e da Argentina (-24,4%) explica praticamente a metade dessas perdas.
 
Entre abril e junho, as exportações do Rio Grande do Sul somaram US$ 4,96 bilhões, o que representa uma queda de 12,4% em comparação com o mesmo período de 2014. Esse resultado foi puxado pelas commodities, que tiveram recuo de 17,3% (totalizando US$ 1,90 bilhão), influenciadas principalmente pela menor demanda externa por soja (-14,5%). A indústria de transformação também registrou desempenho negativo, ao cair 9,4% (somando US$ 2,99 bilhões). Esse é o patamar mais baixo para o setor no período desde 2006.
 
O Plano Nacional de Exportações foi anunciado pelo governo federal nessa quarta-feira (24) e conta com cinco pilares para elevar as vendas externas do Brasil, com ênfase em acesso a mercados, promoção comercial, aumento de recursos para programas de financiamento e aperfeiçoamento de mecanismos e regime tributários.
 
As exportações do Rio Grande do Sul somaram US$ 1,58 bilhão em maio, o que representa uma queda de 19,8% em relação ao mesmo mês de 2014. Esse resultado foi puxado pelas commodities, que recuaram 34,3% (totalizando US$ 551 milhões), influenciadas principalmente pela menor demanda externa por soja (-34%).  A indústria de transformação também apresentou desempenho negativo, ao cair 9,2% nessa base de comparação, totalizando US$ 1,01 bilhão. Esse é o patamar mais baixo para o segmento nos meses de maio desde 2009 (US$ 859 milhões).
As exportações do Estado encerraram o primeiro trimestre de 2015 com uma queda de 5,2%, ante o mesmo período do ano passado, e totalizaram US$ 3,1 bilhões. Este resultado foi puxado pelas vendas externas da indústria gaúcha, que registraram um recuo de 8,6% (somando US$ 2,65 bilhões). Trata-se do menor patamar, nessa base de comparação, desde 2010 (quando o setor embarcou US$ 2,61 bilhões).
As exportações do Rio Grande do Sul somaram US$ 874 milhões em fevereiro, representando uma retração de 14,6% em comparação com o mesmo mês de 2014. Esse resultado foi puxado pela indústria, que registrou queda de 15,3% (totalizando US$ 758 milhões). Parte da explicação passa pelo efeito do calendário, devido ao menor número de dias úteis decorrentes do feriado de Carnaval, que, em 2014, ocorreu no mês de março.
A Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul entregou, nesta terça-feira (3), ao secretário-executivo do Ministério de Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), Ivan Ramalho, as demandas do setor fabril em relação às vendas externas. O documento, assinado pelo presidente da FIERGS, Heitor José Müller, destaca que a posição da entidade para alavancar as exportações sempre esteve focada na ampliação do Reintegra, na desoneração tributária e na devolução dos créditos tributários, sobretudo, aliada a um câmbio favorável e previsível.
O ano começa com queda nas exportações do Rio Grande do Sul. As vendas externas em janeiro somaram US$ 966,6 milhões, o que representa uma diminuição de 10,5% em relação ao mesmo período de 2014, revela a Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (FIERGS), ao divulgar os resultados nesta quinta-feira (12). Redução puxada especialmente pelo desempenho ruim da indústria, que totalizou US$ 853 milhões no período, uma perda de 18,5%, o menor valor em nível para o mês desde 2010. Apenas um segmento industrial, entre 24, teve alta: tabaco, com 16,5%.
As exportações gaúchas retraíram 25,5% em 2014, ante o ano anterior, e somaram US$ 18,7 bilhões. Conforme análise da Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (FIERGS), esse desempenho negativo foi puxado pelo setor industrial, que registrou queda de 29,6% e respondeu por 74,4% dos embarques do Estado (US$ 13,9 bilhões).
As exportações do Rio Grande do Sul retraíram 59,9% em novembro, ante o mesmo mês do ano passado, e somaram US$ 1,05 bilhão. Esse desempenho negativo foi puxado pela indústria, que registrou queda de 61,2% e respondeu por 93,2% dos embarques gaúchos (US$ 977 milhões). Descontando uma plataforma de petróleo e gás, no valor de US$ 1,21 bilhão, contabilizada como venda externa no mesmo período de 2013, ainda assim o setor industrial apresenta um forte recuo de 25,4%, o pior resultado de toda a série histórica mensal, iniciada em 1997.