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A estabilização no cenário político brasileiro, com o abrandamento da crise deflagrada em maio, fez voltar a crescer o Índice de Confiança do Empresário Industrial (ICEI-RS), divulgado pela Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (FIERGS), nesta segunda-feira (21). O ICEI-RS subiu um ponto em agosto, na comparação com julho, atingindo 54,2. O índice varia de 0 a 100 pontos. Os valores acima de 50 indicam confiança.

O industrial gaúcho começa o segundo semestre de 2017 com expectativa mais positiva para o futuro. Depois de três quedas consecutivas, o Índice de Confiança do Empresário Industrial (ICEI-RS), levantamento divulgado pela Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (FIERGS) nesta terça-feira (25), voltou a subir em julho, 0,5 ponto em relação a junho, e passou para 53,2.

A queda na taxa de inflação, a redução nos juros, a disposição do governo federal em melhorar o quadro fiscal e levar adiante as reformas estruturais são apontadas como razões para o aumento no Índice de Confiança do Empresário Industrial (ICEI-RS), divulgado nesta quinta-feira (23) pela Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (FIERGS). O ICEI-RS cresceu pelo segundo mês seguido e atingiu 55,1 pontos em fevereiro, o maior valor para o período em quatro anos. Isso demonstra que os empresários gaúchos consultados no levantamento estão confiantes.
 
Após atingir em outubro o menor valor da série, iniciada em 2005, o Índice de Confiança do Empresário Industrial (ICEI-RS) aumentou 0,7 ponto e alcançou 35,9 em novembro. No entanto, por estar muito abaixo da linha dos 50 pontos, continua refletindo de forma disseminada nas empresas a falta de otimismo. “Os resultados do penúltimo mês de 2015 sinalizam que a atividade industrial teve mais um período difícil.
 
O Índice de Confiança do Empresário Industrial (ICEI-RS) caiu 0,7 ponto na passagem de setembro para outubro, somando 35,2 pontos. O resultado, divulgado pela Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (FIERGS), é o mais baixo da série histórica, iniciada em 2005. “O cenário econômico para o setor fabril no Estado continua se deteriorando.
 
Os dados do Índice de Confiança do Empresário Industrial (ICEI-RS) de setembro divulgado nesta quinta-feira (24), pela Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (FIERGS), revelam que não há até o momento qualquer perspectiva de mudança na tendência recessiva do setor no Estado. Tal sentimento fez o ICEI-RS cair de 37,4 pontos em agosto para 36,6 pontos em setembro, atingindo o segundo menor nível da série histórica iniciada em 2005, à frente apenas do mês de março de 2015 (35,7 pontos).

O Índice de Confiança do Empresário Industrial do RS (ICEI-RS) atingiu 38,8 pontos em maio, somando 14 meses de avaliação abaixo dos 50 pontos, o que significa pessimismo. Em relação a abril ficou estável, avançando apenas 0,1 ponto.  “A falta de confiança da indústria gaúcha evidencia a continuidade das imensas dificuldades impostas pela conjuntura econômica.

Influenciado por uma avaliação dos empresários menos negativa das condições atuais e, principalmente, das expectativas, o Índice de Confiança do Empresário Industrial (ICEI-RS) registrou alta em abril, mas seguiu no patamar negativo (abaixo de 50 pontos) pelo 13º mês consecutivo. Após atingir a mínima histórica em março, o indicador aumentou 3 pontos, totlizando 38,7 pontos e mostrando que o setor continua sem confiança.
O Índice de Confiança do Empresário Industrial gaúcho (ICEI-RS) recuou fortemente na passagem de janeiro (44,4 pontos) para fevereiro (37,3 pontos), atingindo o menor valor da série histórica, iniciada em 2005. Este ciclo de queda, que soma 11 meses, é o mais longo já registrado. “A indústria está fragilizada há algum tempo, agora terá de enfrentar aumento de custos, como nos preços dos combustíveis e energia elétrica, aperto na taxa juros e retirada dos incentivos.
O Índice de Confiança do Empresário Industrial gaúcho (ICEI-RS) registrou um ligeiro crescimento na passagem de dezembro para janeiro, de 44,2 pontos para 44,4. No entanto, o indicador continuou, pelo décimo mês consecutivo, abaixo de 50 pontos, mostrando que o setor inicia o ano sem confiança.