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desempenho industrial

O Índice de Desempenho Industrial (IDI-RS), que mede o nível de atividade do setor no Estado, caiu 0,3% em outubro em relação a setembro, feito o ajuste sazonal. O resultado, divulgado nesta terça-feira (12) pela Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (FIERGS), deve-se à influência provocada pela redução de 2,1% nas compras industriais, embora todos os demais componentes do IDI-RS tenham se mantido positivos: faturamento real (2,7%) voltou a crescer, o mesmo ocorrendo com as horas trabalhadas (1%), enquanto a utilização da capacidade instalada-UCI (0,1 p.p.) ficou estável em 79,4%.

O Índice de Desempenho Industrial (IDI-RS), divulgado nesta terça-feira (9) pela Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (FIERGS), aponta que a atividade do setor no Estado caiu 0,9% em março em relação a fevereiro, com ajuste sazonal. O resultado devolve parte do crescimento de 1,9% do mês anterior, na mesma base de comparação. Dos seis indicadores componentes do IDI-RS, quatro mostraram variação negativa: horas trabalhadas na produção (-1,9%), compras industriais (-2,1%), UCI-utilização da capacidade instalada (-0,2%) e o emprego (-0,5%).

O Índice de Desempenho Industrial (IDI-RS) voltou a crescer em novembro de 2016, na comparação com o mês anterior, feito o ajuste sazonal. A elevação chegou a 3,1%, a primeira após dois meses de queda e a maior taxa desde abril de 2013, quando foi de 4,4%, aponta a Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (FIERGS), nesta quarta-feira (18). Dos seis indicadores que compõem o IDI-RS, apenas a massa salarial caiu (-0,9%), descontados os efeitos sazonais.
 
O Índice de Desempenho Industrial (IDI-RS), divulgado nesta quarta-feira (30) pela Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (FIERGS), aumentou 1,2% em fevereiro, em relação a janeiro, considerando os ajustes sazonais.
 
Após atingir, em dezembro, o menor nível em 13 anos, a atividade industrial gaúcha começa 2016 estagnada, considerado o ajuste sazonal. Em janeiro, em relação ao mês anterior, não houve evolução no Índice de Desempenho Industrial (IDI-RS), divulgado nesta quinta-feira (3) pela Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (FIERGS). Nessa base de comparação, os desempenhos dos componentes do IDI-RS foram predominantemente negativos. A Utilização da Capacidade Instalada (UCI) recuou 0,8% e bateu recorde de ociosidade: 76,4%.
 
O Índice de Desempenho Industrial do RS (IDI-RS) atingiu em novembro do ano passado o seu menor nível desde janeiro de 2003. A queda na atividade da indústria chegou a 0,8% na comparação mensal com outubro, com ajuste sazonal. Foi a sétima baixa nos últimos oito meses, puxada especialmente pelas compras, que caíram 2,9% no mês.
 
 
Após uma pequena alta em setembro (0,3%), que havia interrompido cinco quedas consecutivas, o Índice de Desempenho Industrial do Rio Grande do Sul (IDI-RS) voltou a cair em outubro (-1,9%), em relação ao mês anterior, com ajuste sazonal. Os resultados foram apresentados, nesta terça-feira (15), pela Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (FIERGS).
 
A perda no indicador foi determinada pela retração no faturamento real (-6,2%) e nas compras industriais (-1,9%).
 
O Índice de Desempenho Industrial (IDI-RS) no Estado, levantamento realizado pela Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (FIERGS), caiu 0,3% na passagem de julho para agosto, ajustado sazonalmente. Foi a quinta retração seguida e atingiu o nível mais baixo da série histórica iniciada em 2003. Em relação ao mesmo mês de 2014, o recuo somou 10%.
 
De acordo com o presidente da FIERGS, Heitor José Müller, essa situação impacta a confiança dos empresários gaúchos.
 
O Índice de Desempenho Industrial (IDI-RS) no Estado, realizado Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (FIERGS), caiu 1,5% em julho na comparação com junho, ajustado sazonalmente. Foi a quarta retração seguida e a oitava nos últimos nove meses. Com isso, a atividade do setor fabril gaúcho no mês atingiu o nível mais baixo da série histórica iniciada em 2003. “Com a recessão econômica se aprofundando, ociosidade e estoques elevados, pressões de custos e aperto monetário e fiscal, a tendência é que o setor siga em trajetória negativa no restante do ano.
 
O Índice de Desempenho Industrial do Estado (IDI-RS) caiu 0,2% na passagem de maio para junho, descontados os efeitos sazonais. Com isso, as indústrias gaúchas encerraram o primeiro semestre com uma retração de 8,1% sobre o mesmo período de 2014, o pior resultado em seis anos. “A crise no setor fabril avançou bastante, influenciada principalmente pela redução da demanda doméstica e pelo aumento dos custos de fabricação.