AV. ASSIS BRASIL, 8787, SARANDI, PORTO ALEGRE-RS | CENTRAL DE ATENDIMENTO 0800 51 8555 

Você está aqui

economia

 
O cenário de crise econômica no Brasil, que torna o crédito mais caro e restrito e, consequentemente, cria grandes entraves para a obtenção de capital de giro, aumentou o endividamento e as dificuldades financeiras das empresas gaúchas.
 
"Entendemos e apoiamos a preocupação do Copom com a queda na taxa de inflação. Entretanto, a recessão já atinge a produção industrial gaúcha, com queda de 9,5% nos últimos 12 meses e, ao final de 2016, serão três anos consecutivos de queda.

As exportações do Rio Grande do Sul fecharam o primeiro semestre com uma queda de 4,4% em relação ao mesmo período de 2015. Grande parte deste resultado se deve às perdas com as commodities, que caíram 7,1% (totalizando US$ 2,14 bilhões), em função da retração de 64,4% do trigo e de 36% do milho. A indústria de transformação também sofreu as consequências deste momento ruim, mas em ritmo menor: suas vendas externas reduziram 2,6%, totalizando US$ 5,49 bilhões. É o pior resultado desde 2009 nessa base de comparação.

 

"Essa decisão já era esperada, pois a direção do Banco Central passa por mudanças e não projetávamos uma alteração do rumo da política monetária neste momento”, afirmou o presidente da Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul, Heitor José Müller, nesta quarta-feira (8), ao avaliar a decisão do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central de manter a taxa Selic em 14,25% ao ano.

 
Depois de cinco altas consecutivas, e de alcançar em março o maior nível em 14 meses (40,6 pontos), o Índice de Confiança do Empresário Industrial (ICEI-RS), divulgado pela Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (FIERGS), voltou a cair em abril. Atingiu 39,5 pontos, o que faz o ciclo de falta de confiança chegar a 25 meses. “O curto período de aumento da confiança, decorrente do ajuste nos estoques e da desvalorização cambial, não se sustentou.
 
O Índice de Desempenho Industrial (IDI-RS), divulgado nesta quarta-feira (30) pela Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (FIERGS), aumentou 1,2% em fevereiro, em relação a janeiro, considerando os ajustes sazonais.
 
As perdas na produção industrial do Rio Grande do Sul continuam ininterruptas desde abril do ano passado, mas diminuíram de intensidade, aponta a Sondagem Industrial de fevereiro, divulgada nesta quinta-feira (24) pela Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (FIERGS). O indicador mostrou o maior patamar em 11 meses, 45,7 pontos, comportamento semelhante ao emprego, que alcançou 45,4. A ociosidade no setor, porém, continua recorde, com um grau médio de Utilização da Capacidade Instalada (UCI) de 62%.
 
A Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (FIERGS) exige uma solução imediata para a crise política do País. Segundo a entidade, a “economia não pode esperar”. O presidente Heitor José Müller convocou uma reunião extraordinária do Conselho de Representantes, formado pelos Sindicatos Industriais filiados à entidade, para a próxima terça-feira (22).

Mesmo atingindo 40,6 pontos em março, o maior patamar desde fevereiro de 2015, o Índice de Confiança do Empresário Industrial (ICEI-RS), divulgado pela Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (FIERGS) nesta quarta-feira (16), ainda revela um quadro de falta de confiança que já dura dois anos. Isso ocorre porque o valor ainda está muito abaixo dos 50 pontos, a partir do qual a pesquisa considera a situação com maior otimismo.

Após dois meses consecutivos de queda, as exportações da indústria de transformação no Rio Grande do Sul voltaram a crescer em fevereiro (3%), na comparação com o mesmo período de 2015. Ao todo, os embarques do setor somaram US$ 749 milhões. Isso se explica, em parte, pelo fato de o mês possuir um dia útil a mais este ano. Mas ao considerar o cálculo da média exportada, ponderada pelo número de dias úteis, os manufaturados registraram queda: -2,4%. Utilizando a mesma métrica, o resultado regional foi pior em relação ao Brasil, onde houve avanço de 5,5%.