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As exportações do Rio Grande do Sul fecharam o primeiro semestre com uma queda de 4,4% em relação ao mesmo período de 2015. Grande parte deste resultado se deve às perdas com as commodities, que caíram 7,1% (totalizando US$ 2,14 bilhões), em função da retração de 64,4% do trigo e de 36% do milho. A indústria de transformação também sofreu as consequências deste momento ruim, mas em ritmo menor: suas vendas externas reduziram 2,6%, totalizando US$ 5,49 bilhões. É o pior resultado desde 2009 nessa base de comparação.

 

"Essa decisão já era esperada, pois a direção do Banco Central passa por mudanças e não projetávamos uma alteração do rumo da política monetária neste momento”, afirmou o presidente da Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul, Heitor José Müller, nesta quarta-feira (8), ao avaliar a decisão do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central de manter a taxa Selic em 14,25% ao ano.

 
Depois de cinco altas consecutivas, e de alcançar em março o maior nível em 14 meses (40,6 pontos), o Índice de Confiança do Empresário Industrial (ICEI-RS), divulgado pela Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (FIERGS), voltou a cair em abril. Atingiu 39,5 pontos, o que faz o ciclo de falta de confiança chegar a 25 meses. “O curto período de aumento da confiança, decorrente do ajuste nos estoques e da desvalorização cambial, não se sustentou.
 
O Índice de Desempenho Industrial (IDI-RS), divulgado nesta quarta-feira (30) pela Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (FIERGS), aumentou 1,2% em fevereiro, em relação a janeiro, considerando os ajustes sazonais.
 
As perdas na produção industrial do Rio Grande do Sul continuam ininterruptas desde abril do ano passado, mas diminuíram de intensidade, aponta a Sondagem Industrial de fevereiro, divulgada nesta quinta-feira (24) pela Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (FIERGS). O indicador mostrou o maior patamar em 11 meses, 45,7 pontos, comportamento semelhante ao emprego, que alcançou 45,4. A ociosidade no setor, porém, continua recorde, com um grau médio de Utilização da Capacidade Instalada (UCI) de 62%.
 
A Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (FIERGS) exige uma solução imediata para a crise política do País. Segundo a entidade, a “economia não pode esperar”. O presidente Heitor José Müller convocou uma reunião extraordinária do Conselho de Representantes, formado pelos Sindicatos Industriais filiados à entidade, para a próxima terça-feira (22).

Mesmo atingindo 40,6 pontos em março, o maior patamar desde fevereiro de 2015, o Índice de Confiança do Empresário Industrial (ICEI-RS), divulgado pela Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (FIERGS) nesta quarta-feira (16), ainda revela um quadro de falta de confiança que já dura dois anos. Isso ocorre porque o valor ainda está muito abaixo dos 50 pontos, a partir do qual a pesquisa considera a situação com maior otimismo.

Após dois meses consecutivos de queda, as exportações da indústria de transformação no Rio Grande do Sul voltaram a crescer em fevereiro (3%), na comparação com o mesmo período de 2015. Ao todo, os embarques do setor somaram US$ 749 milhões. Isso se explica, em parte, pelo fato de o mês possuir um dia útil a mais este ano. Mas ao considerar o cálculo da média exportada, ponderada pelo número de dias úteis, os manufaturados registraram queda: -2,4%. Utilizando a mesma métrica, o resultado regional foi pior em relação ao Brasil, onde houve avanço de 5,5%.
 
Após atingir, em dezembro, o menor nível em 13 anos, a atividade industrial gaúcha começa 2016 estagnada, considerado o ajuste sazonal. Em janeiro, em relação ao mês anterior, não houve evolução no Índice de Desempenho Industrial (IDI-RS), divulgado nesta quinta-feira (3) pela Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (FIERGS). Nessa base de comparação, os desempenhos dos componentes do IDI-RS foram predominantemente negativos. A Utilização da Capacidade Instalada (UCI) recuou 0,8% e bateu recorde de ociosidade: 76,4%.
 
“O combate ao avanço dos preços deveria vir também da política fiscal, mas os governos apresentam muita dificuldade de controlar os seus gastos. Nos parece que só há uma saída plausível no curto prazo: o encaminhamento urgente de reformas estruturais pelo Congresso”, disse o presidente da FIERGS, Heitor José Müller, nesta quarta-feira (2), ao avaliar a decisão do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central de manter a taxa Selic em 14,25% ao ano.