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As perdas na produção industrial do Rio Grande do Sul continuam ininterruptas desde abril do ano passado, mas diminuíram de intensidade, aponta a Sondagem Industrial de fevereiro, divulgada nesta quinta-feira (24) pela Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (FIERGS). O indicador mostrou o maior patamar em 11 meses, 45,7 pontos, comportamento semelhante ao emprego, que alcançou 45,4. A ociosidade no setor, porém, continua recorde, com um grau médio de Utilização da Capacidade Instalada (UCI) de 62%.
 
A Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (FIERGS) exige uma solução imediata para a crise política do País. Segundo a entidade, a “economia não pode esperar”. O presidente Heitor José Müller convocou uma reunião extraordinária do Conselho de Representantes, formado pelos Sindicatos Industriais filiados à entidade, para a próxima terça-feira (22).

Mesmo atingindo 40,6 pontos em março, o maior patamar desde fevereiro de 2015, o Índice de Confiança do Empresário Industrial (ICEI-RS), divulgado pela Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (FIERGS) nesta quarta-feira (16), ainda revela um quadro de falta de confiança que já dura dois anos. Isso ocorre porque o valor ainda está muito abaixo dos 50 pontos, a partir do qual a pesquisa considera a situação com maior otimismo.

Após dois meses consecutivos de queda, as exportações da indústria de transformação no Rio Grande do Sul voltaram a crescer em fevereiro (3%), na comparação com o mesmo período de 2015. Ao todo, os embarques do setor somaram US$ 749 milhões. Isso se explica, em parte, pelo fato de o mês possuir um dia útil a mais este ano. Mas ao considerar o cálculo da média exportada, ponderada pelo número de dias úteis, os manufaturados registraram queda: -2,4%. Utilizando a mesma métrica, o resultado regional foi pior em relação ao Brasil, onde houve avanço de 5,5%.
 
Após atingir, em dezembro, o menor nível em 13 anos, a atividade industrial gaúcha começa 2016 estagnada, considerado o ajuste sazonal. Em janeiro, em relação ao mês anterior, não houve evolução no Índice de Desempenho Industrial (IDI-RS), divulgado nesta quinta-feira (3) pela Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (FIERGS). Nessa base de comparação, os desempenhos dos componentes do IDI-RS foram predominantemente negativos. A Utilização da Capacidade Instalada (UCI) recuou 0,8% e bateu recorde de ociosidade: 76,4%.
 
“O combate ao avanço dos preços deveria vir também da política fiscal, mas os governos apresentam muita dificuldade de controlar os seus gastos. Nos parece que só há uma saída plausível no curto prazo: o encaminhamento urgente de reformas estruturais pelo Congresso”, disse o presidente da FIERGS, Heitor José Müller, nesta quarta-feira (2), ao avaliar a decisão do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central de manter a taxa Selic em 14,25% ao ano.
A aprovação, nesta terça-feira (1º), pela Assembleia Legislativa, do reajuste de 9,6% no Piso Salarial Regional, traz graves consequências à empregabilidade no Estado, segundo a Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (FIERGS). “Tivemos, no ano passado, aumento nesse Piso Regional de 16%, que foi superior à inflação, acima do aumento da produtividade. Em 2016, esse percentual, de novo muito acima de nossas possibilidades, vai redundar na dispensa de funcionários.
 
O indicador de produção da indústria gaúcha atingiu 41,8 pontos em janeiro, mostrando queda em relação a dezembro, mostra pesquisa divulgada, nesta quinta-feira (25), pela Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (FIERGS). É o menor valor para o primeiro mês do ano desde 2010. O índice de emprego subiu para 43,6 pontos, mas ainda está longe de representar recuperação, visto que resultados abaixo de 50 são considerados negativos pela Sondagem Industrial. “A longa trajetória de queda na indústria gaúcha se intensificou nesse início de ano.
 
O empreendedor gaúcho continua pessimista em relação à recuperação na economia do País este ano. Em fevereiro, o Índice de Confiança do Empresário Industrial (ICEI-RS), divulgado pela Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (FIERGS), atingiu 38,6 pontos, 0,4 a mais na comparação com janeiro, e mostrando certa estabilidade desde dezembro de 2015. Mas esse valor revela uma situação que já dura 23 meses e indica ainda não haver perspectiva de melhora para o setor.
 
O ano começa com queda disseminada nas exportações do Rio Grande do Sul. Do total das vendas externas, que alcançaram US$ 811 milhões, menos 16,1% em relação a janeiro de 2015, a indústria de transformação sofreu redução de 12,2% em seu resultado final (que chegou a US$ 749 milhões). “Nossos custos de produção continuam crescendo a uma velocidade intensa.