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exportações

Uma ilha localizada ao sudeste da China, com uma população de 23,32 milhões, renda per capita superior a US$ 22 mil, uma taxa de desemprego inferior a 4% e um crescimento econômico de 0,93% em 2015, Taiwan busca incrementar as relações comerciais com o Brasil e o Estado.
 
 
O ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (Mdic), Armando Monteiro, esteve nesta terça-feira em Porto Alegre para participar do Almoço da Exportação 2016. O evento é realizado pela Associação dos Dirigentes de Marketing e Vendas do Brasil (ADVB/RS) em parceria com 18 instituições que representam o segmento de comércio exterior brasileiro – entre elas, a Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (FIERGS). 
 
Monteiro abordou temas como o Mercosul que, na sua visão, necessita ser reciclado.
 
Exportar?, uma Questão de Atitude e Planejamento foi o tema da palestra realizada nesta sexta-feira, na Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (FIERGS). O especialista em Relações e Negócios Internacionais Luiz Roberto Oliveira explicou a empresários do setor têxtil e do vestuário, que ainda não iniciaram processos de internacionalização ou o fizeram recentemente, como alcançar o mercado externo e se manter competitivos.
Após dois meses consecutivos de queda, as exportações da indústria de transformação no Rio Grande do Sul voltaram a crescer em fevereiro (3%), na comparação com o mesmo período de 2015. Ao todo, os embarques do setor somaram US$ 749 milhões. Isso se explica, em parte, pelo fato de o mês possuir um dia útil a mais este ano. Mas ao considerar o cálculo da média exportada, ponderada pelo número de dias úteis, os manufaturados registraram queda: -2,4%. Utilizando a mesma métrica, o resultado regional foi pior em relação ao Brasil, onde houve avanço de 5,5%.
 
O ano começa com queda disseminada nas exportações do Rio Grande do Sul. Do total das vendas externas, que alcançaram US$ 811 milhões, menos 16,1% em relação a janeiro de 2015, a indústria de transformação sofreu redução de 12,2% em seu resultado final (que chegou a US$ 749 milhões). “Nossos custos de produção continuam crescendo a uma velocidade intensa.
 
O ano de 2015 encerrou com queda nas exportações industriais do Rio Grande do Sul. Na comparação com 2014, a indústria de transformação teve uma retração de 9% (vendeu um total de US$ 12,66 bilhões), o nível mais baixo desde 2006, quando havia somado US$ 10,6 bilhões. “A significativa desvalorização da taxa de câmbio ao longo de 2015 (41,6%) não foi suficiente para impulsionar as vendas do segmento, uma vez que os custos de produção, como energia elétrica e combustíveis, avançaram fortemente e prejudicaram a competitividade.
 
As exportações do Rio Grande do Sul cresceram 24,8% em novembro, na comparação com o mesmo mês de 2014, e totalizaram US$ 1,31 bilhão. A principal contribuição positiva veio dos produtos básicos (commodities), que registraram avanço de 307,0% devido à demanda elevada por soja da China (433,4%). Por sua vez, o setor industrial gaúcho respondeu por 81,6% de tudo que o Estado embarcou e aumentou em 9,2% suas vendas externas no período, somando US$ 1,07 bilhão. 
 
Este foi apenas o segundo crescimento nessa base de comparação desde março.
 
O Plano Nacional da Cultura Exportadora (PNCE) foi lançado no Estado, nesta quarta-feira (9), na sede da FIERGS. O objetivo é trabalhar inicialmente com 500 empresas gaúchas de pequeno e médio porte para aumentar as vendas dos produtos no mercado externo. Elas terão acesso ao diagnóstico de produtos e serviços, consultoria de inteligência comercial, rodadas de negócios com compradores estrangeiros e participação em missões comerciais.
 
As exportações do Rio Grande do Sul somaram US$ 5,52 bilhões entre julho e setembro, representando uma queda de 5,6% em comparação com o mesmo período de 2014. O resultado foi determinado pela indústria de transformação, que teve retração de 7,3% (totalizando US$ 3,81 bilhões). Esse recuo só não foi mais acentuado devido à exportação de uma plataforma de petróleo e gás (P-67) para a China (no valor de US$ 394,1 milhões) em setembro. Caso não fosse considerada, a perda do setor fabril teria sido de 16,9%, semelhante ao que ocorreu em nível nacional (-16,7%).
 
As exportações gaúchas somaram US$ 1,59 bilhão em agosto, representando uma queda de 9,2% em comparação com o mesmo período de 2014. Trata-se do nível mais baixo para o mês desde 2006. O resultado foi determinado pela indústria de transformação, que teve retração de 14,7% e respondeu por 67,1% (US$ 1,07 bilhão) de tudo que o Estado vendeu. “Os contratos de exportação ainda não incorporaram a desvalorização mais recente da taxa de câmbio.