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As exportações do Rio Grande do Sul recuaram 7,2% no acumulado de janeiro a março, em comparação com o mesmo período de 2012, e somaram US$ 3,5 bilhões. O desempenho negativo do Estado foi impulsionado pela queda de 13% do setor industrial gaúcho, uma desaceleração bem mais acentuada do que a média nacional (-9,9%). Os embarques fabris atingiram US$ 2,9 bilhões. Já as vendas externas de produtos básicos registraram forte elevação de 34,5% (total de US$ 553 milhões).

As exportações gaúchas recuaram 8,5% em fevereiro, na comparação com o mesmo mês de 2012, e somaram US$ 1,08 bilhão. Esse desempenho negativo foi puxado pelos embarques industriais, que caíram 13% e responderam por 83,36% das vendas externas do Estado. "A queda esteve concentrada sobre o segmento industrial, refletindo os entraves à competitividade.

As vendas externas totais do Rio Grande do Sul somaram US$ 1,04 bilhão em janeiro, uma queda de 15% na comparação com o mesmo mês de 2012 e bastante inferior ao desempenho do Brasil, cuja redução foi de apenas 1,1%. Especificamente em relação ao setor industrial do Estado, que enviou US$ 861 milhões ao exterior, as perdas foram ainda mais significativas: chegaram a 19,9%.

As exportações industriais do Rio Grande do Sul fecharam 2012 com uma retração de 7,4% e somaram US$ 14,4 bilhões. O setor respondeu por 82,9% de tudo que o Estado embarcou neste período, um aumento 2,8 pontos percentuais em relação ao ano anterior.

As exportações da indústria gaúcha retraíram 12% em novembro, o dobro da média brasileira, na comparação com o mesmo mês do ano passado. O setor embarcou US$ 1,13 bilhão, significando 94,8% das vendas externas do Estado. "A diminuição da demanda da Argentina e China pesaram para o fraco desempenho das exportações de manufaturados em novembro.

As exportações totais do Rio Grande do Sul em outubro somaram US$ 1,48 bilhão, o que representa uma contração de 13%, ante o mesmo período de 2011. O resultado foi puxado pela queda no desempenho dos produtos básicos (-87,3%), fato que está atrelado aos efeitos da estiagem sobre a atual safra (2012/13) e da menor demanda por soja da China e da Tailândia. "As perdas relacionadas às exportações do Estado foram se acentuando com o passar do ano, e isso é um fato preocupante.

O VII Seminário de Telecomunicações − Serviços e Acessos debaterá as principais questões do setor e apresentará soluções inovadoras que se tornarão tendências do mercado. O evento, realizado pelo Conselho de Infraestrutura da Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (FIERGS), ocorre nesta quinta-feira (18), das 13h30min às 18h, Na sede da entidade (av. Assis Brasil, 8787 − Porto Alegre).

As exportações totais do Estado somaram US$ 5,1 bilhões no terceiro trimestre desse ano, o que representa uma contração de 11% ante o mesmo período de 2011. A queda foi puxada tanto pelos produtos primários (-23%) quanto pelos industriais (-7,5%). "A desaceleração da demanda externa acentua as perdas do segmento exportador gaúcho ao longo do ano.

As exportações do Rio Grande do Sul somaram US$ 1,77 bilhão em julho, o que representa uma contração de -0,8% ante o mesmo período de 2011. A queda no envio de manufaturados para a Argentina (-39,5%) foi determinante para esse resultado. "O país vizinho deixou de ser o segundo destino das vendas gaúchas, mas continua sendo o principal comprador de produtos industriais. Por isso, a situação é preocupante para a indústria do Estado", afirmou o presidente da Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul, Heitor José Müller, ao avaliar a balança comercial nesta quinta-feira (16).

As exportações gaúchas fecharam o primeiro semestre com queda de 8,1%, em comparação com o mesmo período do ano passado, e totalizaram US$ 8,51 bilhões. "Até agora, 2012 foi marcado por muitas dificuldades. Esse resultado é preocupante, pois as vendas externas são uma importante fonte de receitas para as operações das empresas do nosso Estado", afirmou o presidente da Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul, Heitor José Müller, ao avaliar a balança comercial nesta segunda-feira (16), lembrando que a queda das exportações brasileiras foi bem menor (-0,9%).