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A Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Sul (FIERGS) alerta que o tabelamento do frete e a reoneração da indústria deverá causar inflação e desemprego. O presidente em exercício da entidade, Cezar Müller, destaca que com a volta dos encargos as empresas terão que repassar os novos custos para o preço final, gerando inflação. “Os que não puderem repassar, por questões de concorrência, vão quebrar, causando desemprego”, ressaltou. “Em outras palavras: quem vai pagar é a população”.  

O presidente da Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (FIERGS), Gilberto Porcello Petry, afirma que a redução da taxa de juros não deveria ter sido interrompida. “Caso o ciclo de queda dos juros tivesse sido mais longo, contribuiria muito na recuperação da economia. Entendemos, porém, que a taxa é adequada para a situação que se apresenta com a alta do dólar”, disse Petry, ao analisar a decisão do Comitê de Política Monetária, nesta quarta-feira (16), de manter a taxa de juros em 6,5%.

A redução da taxa básica de juros pelo Banco Central, que desde o final de 2016 passou de 14,25% para 6,5% ao ano, ainda não trouxe totalmente os reflexos esperados pelas empresas, na avaliação do presidente da Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (FIERGS), Gilberto Porcello Petry. A diminuição da Selic, cujo objetivo é o de estimular a atividade econômica que hoje atinge o menor patamar desde 1999, tem frustrado as expectativas dos empresários.

O presidente da Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (FIERGS), Gilberto Porcello Petry, entende que foi acertada a decisão do Comitê de Política Monetária (Copom), nesta quarta-feira (25), de reduzir a taxa Selic de 8,25% para 7,5% ao ano, uma vez que o ambiente macroeconômico continua viabilizando o corte nos juros. “Porém, o cenário fiscal demanda cautela.

A economia brasileira ainda sofre os efeitos da maior crise de sua história, cujo impacto mais forte se dá sobre os investimentos. Como consequência disso, a produção industrial do segmento de Bens de Capital diminuiu 32%, e o aumento nos custos de financiamento pode retardar ainda mais a retomada da atividade econômica.

A decisão do Comitê de Política Monetária (Copom) de reduzir a taxa Selic em 1 p.p. (de 10,25% para 9,25% a.a.) foi recebida com cautela pela Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (FIERGS). “Devido à extensão e à profundidade da recessão, o Copom poderia ter acelerado o ritmo de queda da taxa. Mas, mais uma vez, o descontrole das finanças públicas acaba sendo um obstáculo para uma redução maior. Saída via aumento de impostos não soluciona o problema, apenas agrava a crise da economia real”, diz o presidente da FIERGS, Gilberto Porcello Petry.

O presidente da Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (FIERGS), Gilberto Porcello Petry, desaprova a decisão do governo Federal de aumentar as alíquotas do Programa de Integração Social (PIS) e a da Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins) para a gasolina, o etanol e o diesel. Cumprir a meta fiscal de déficit primário de R$ 139 bilhões foi a justificativa para a medida, anunciada na quinta-feira (20). “O aumento ocorre porque houve gastos adicionais não previstos com a liberação de emendas parlamentares.

“A redução na taxa de juros já era esperada. Entretanto, acreditamos que essa queda poderia ter sido maior.
A Sondagem Industrial de junho, divulgada nesta quinta-feira (28) pela Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (FIERGS), revela uma retração no ritmo de queda e aponta a uma perspectiva de demanda que começa a se tornar positiva para os próximos meses. A perda na produção (48 pontos) foi a menos intensa registrada no mês desde 2010 e o emprego (44,7) sugere que a redução de postos de trabalho no setor é semelhante à de maio, mas inferior aos mesmos períodos em dois anos no Estado.