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juros

O presidente da Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (FIERGS), Gilberto Porcello Petry, entende que foi acertada a decisão do Comitê de Política Monetária (Copom), nesta quarta-feira (25), de reduzir a taxa Selic de 8,25% para 7,5% ao ano, uma vez que o ambiente macroeconômico continua viabilizando o corte nos juros. “Porém, o cenário fiscal demanda cautela.

A economia brasileira ainda sofre os efeitos da maior crise de sua história, cujo impacto mais forte se dá sobre os investimentos. Como consequência disso, a produção industrial do segmento de Bens de Capital diminuiu 32%, e o aumento nos custos de financiamento pode retardar ainda mais a retomada da atividade econômica.

A decisão do Comitê de Política Monetária (Copom) de reduzir a taxa Selic em 1 p.p. (de 10,25% para 9,25% a.a.) foi recebida com cautela pela Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (FIERGS). “Devido à extensão e à profundidade da recessão, o Copom poderia ter acelerado o ritmo de queda da taxa. Mas, mais uma vez, o descontrole das finanças públicas acaba sendo um obstáculo para uma redução maior. Saída via aumento de impostos não soluciona o problema, apenas agrava a crise da economia real”, diz o presidente da FIERGS, Gilberto Porcello Petry.

O presidente da Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (FIERGS), Gilberto Porcello Petry, desaprova a decisão do governo Federal de aumentar as alíquotas do Programa de Integração Social (PIS) e a da Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins) para a gasolina, o etanol e o diesel. Cumprir a meta fiscal de déficit primário de R$ 139 bilhões foi a justificativa para a medida, anunciada na quinta-feira (20). “O aumento ocorre porque houve gastos adicionais não previstos com a liberação de emendas parlamentares.

“A redução na taxa de juros já era esperada. Entretanto, acreditamos que essa queda poderia ter sido maior.
A Sondagem Industrial de junho, divulgada nesta quinta-feira (28) pela Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (FIERGS), revela uma retração no ritmo de queda e aponta a uma perspectiva de demanda que começa a se tornar positiva para os próximos meses. A perda na produção (48 pontos) foi a menos intensa registrada no mês desde 2010 e o emprego (44,7) sugere que a redução de postos de trabalho no setor é semelhante à de maio, mas inferior aos mesmos períodos em dois anos no Estado.
 
“O combate ao avanço dos preços deveria vir também da política fiscal, mas os governos apresentam muita dificuldade de controlar os seus gastos. Nos parece que só há uma saída plausível no curto prazo: o encaminhamento urgente de reformas estruturais pelo Congresso”, disse o presidente da FIERGS, Heitor José Müller, nesta quarta-feira (2), ao avaliar a decisão do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central de manter a taxa Selic em 14,25% ao ano.
 
“Os resultados do PIB da economia brasileira divulgados na semana mostraram que a crise é mais intensa do que se imaginava. O fim do ciclo de aumentos nos juros é positivo, mas insuficiente para sustentar uma reversão desse quadro.