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reajuste

A Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (FIERGS) considera coerente, neste momento,  o índice de reajuste de 1,81% no Piso Regional encaminhado à Assembleia Legislativa pelo governo do Estado, por aplicar o mesmo percentual concedido ao Salário Mínimo nacional. Mas o presidente da entidade, Gilberto Porcello Petry, reforça a posição pela extinção do Piso Regional.

O reajuste médio de 33,5% na tarifa da Companhia Estadual de Energia Elétrica (CEEE) concedido essa semana atingirá mais de 9 mil indústrias gaúchas. A estimativa é da Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (FIERGS). “O aumento da tarifa deve atrasar ainda mais a recuperação econômica do nosso Estado. Custos maiores representam queda da competitividade, da produção e do emprego”, afirma o presidente da FIERGS, Gilberto Porcello Petry.

O reajuste anual de 33,54% aplicado pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) às tarifas da CEEE para o setor industrial provocará impacto maior principalmente nas pequenas e médias indústrias, no comércio em geral e no consumidor residencial, prevê o coordenador do Conselho de Infraestrutura da Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (FIERGS), Ricardo Lins Portella Nunes. Segundo ele, quem pode migra para a produção própria de energia ou para o mercado livre, que é o caso de algumas grandes indústrias do Estado.

Representantes da FIERGS, Fecomércio , Farsul, Federasul e FCDL se reuniram, nesta quinta-feira, com o vice-presidente Adilson Troca, na Assembleia Legislativa, para entregar ofício de apoio ao veto do governador José Ivo Sartori aos reajustes dos servidores do Judiciário e Legislativo. As entidades afirmam que para o Estado reencontrar o equilíbrio fiscal precisa de políticas austeras e responsáveis.