A nova direção do Sinduscon Rio Grande tomou posse para o triênio 2021-2024 – em cerimônia on-line, com a participação presencial de alguns integrantes, seguindo os protocolos por conta da pandemia de Coronavírus.
O engenheiro civil Airton Zoch Viñas estará à frente do Sindicato pelo período. Será seu quarto mandato no comando da entidade. Entre as principais pautas da atual administração estarão:
- seguir o trabalho de integração para trazer empresas do setor para o quadro associativo
- melhorar ainda mais a relação com a Prefeitura
- continuar as ações em Brasília, principalmente, junto ao Executivo e Legislativo
- envolvimento em defesa dos interesses da atividade da construção civil
- questões relacionadas ao Porto de Rio Grande, término da duplicação da BR-116 na região, gestão dos pedágios de forma a apoiar, quando for realmente importante para melhorar a infraestrutura do Estado, e a Usina Termoelétrica de Rio Grande.
Para saber mais, confira a entrevista concedida pelo presidente Airton Zoch Viñas ao Blog da Unisind:
Quais as principais conquistas da gestão anterior?
Uma das principais ações foi o recebimento de mais associados na entidade, quando a gestão passada deu início, tinha em torno de 18 associados, hoje, estamos com 54. Outra ação importante foi a busca de mais benefícios aos associados, como descontos em exames médicos, internet, certificação digital, entre outros. Também trouxemos palestras técnicas para capacitação dos empresários do setor.
Qual a importância dos sindicatos para o setor da construção civil na região de Rio Grande?
Representatividade, defesa de interesses dos empresários, pois a construção civil representa uma parcela significativa no PIB do Município e, assim, pode tomar a dianteira junto aos órgãos governamentais em decorrência de sua importância, não só no cenário de Rio Grande, mas como é no Brasil inteiro.
Quais os principais benefícios oferecidos para as indústrias associadas ao Sinduscon Rio Grande?
Defesa da categoria, uma convenção coletiva que atenda às expectativas dos associados, principalmente, e da cadeia da construção civil, defendendo seus interesses – procurando sempre colocar em primeira mão tais definições. Também, como obtivemos na gestão anterior, participação efetiva dentro das entidades e das ações governamentais, sempre levando o Município em primeiro lugar.
O senhor acredita que as negociações coletivas estão entre as contribuições mais importantes dos sindicatos?
Acredito que essa seja uma delas. A mais importante é oportunizar negócios para o associado e gerar demandas, que ele consiga se envolver de maneira mais significativa e isoladamente. Então, o Sindicato por meio de sua Diretoria e seu Presidente, precisa estar sempre em contato e com conhecimento sobre os investimentos que chegam ao Município de Rio Grande, para poder oportunizar, em primeira mão, aos associados.
Quais os maiores desafios do setor neste momento?
A retomada pós pandemia, que vem desacelerando. Tentar acelerar um pouco mais, aumentar a participação, as oportunidades de negócios e, assim, desenvolver uma cadeia mais forte. Esse é um dos nossos desafios, juntamente, com manter o quadro de sócios forte.
A pandemia afetou o setor de alguma forma? Quais foram as saídas encontradas?
Não só afetou a construção civil, como vários segmentos. No início da pandemia, com a bandeira preta, as obras em Rio Grande ficaram apenas duas semanas paralisadas. Após, operaram com 75% de seus efetivos e o Sinduscon Rio Grande, por meio de uma boa interlocução junto ao Executivo Municipal e também com o sindicato dos trabalhadores, elaborou um Programa de Combate ao Covid-19. O objetivo foi contribuir para os canteiros de obras permanecerem com suas atividades, respeitando todos os protocolos de higienização e distanciamento social. Com uma equipe qualificada, o Sinduscon Rio Grande promoveu as fiscalizações, para verificar se as empresas estavam cumprindo os protocolos de forma a continuarem com suas atividades.
Confira o depoimento em vídeo:
sexta-feira, 30 de Julho de 2021 - 15h15
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